Feliz Ano Novo

Um Ano Novo repleto de paz, que as realizações neste ano alcançadas, sejam como sementes a serem colhidas, no ano que se   aproxima, com ainda mais sucesso!

Chegamos ao fim de mais um capítulo do nosso livro – pessoal e coletivo – e as páginas em branco do próximo capítulo já se mostram ansiosas para serem preenchidas.

Que a ’oportunidade’ seja parte do novo título e a ’união’ a ’dedicação’ e o ’sucesso’ sejam as palavras chaves.

Próspero Ano Novo à todos!

 

Naturologia em parceria com Instituto Kat Schurmann

O Instituto Kat Schurmann (IKS) fica localizado no município de Bombinhas,
litoral de Santa Catarina, 70 km ao norte de Florianópolis.

“Depois de 20 anos navegando pelo mundo em um veleiro, e motivada pela necessidade de colaborar de forma mais efetiva com a valorização do meio ambiente marinho, a Família Schürmann fundou em 1999 o Instituto Família Schürmann, uma entidade sem fins lucrativos e de caráter filantrópico.
Recentemente denominado Instituto Kat Schürmann, em homenagem a filha mais nova do casal Vilfredo e Heloisa Schürmann que faleceu em maio de 2006, a entidade tem o objetivo de contribuir para a manutenção da qualidade sócio-ambiental dos ambientes marinho e costeiro. Consolida suas ações através do desenvolvimento de pesquisas e da implementação de programas de educação ambiental.” (site da família shurmann)

Com uma área de 17.000 metros quadrados e com uma sede de 1.000 metros quadrados construída, o instituto oferece atividades diversas, como trilha ecológica, exposição de imagens e objetos das viagens da família Schurmann, exibição de filmes e teatros, atividades diversas no laboratório de educação ambiental, além do espaço “Jogos do Mundo” em parceria com o SESC onde os visitantes divertem-se com uma coletânea de diversos jogos de vários países.

Neste verão devido a parceria com o curso de Naturologia da UNISUL o IKS conta também com o “Espaço Hamonia”, onde alguns acadêmicos estarão desenvolvendo, ao longo de todo o verão, diversas atividades de atendimento aos visitantes com algumas práticas e também várias oficinas como de sabonetes, sais de banho, massoterapia e Yoga.


Venha conferir nossas atividades!

Saiba mais sobre a família e o Instituto em: http://www.schurmann.com.br

Convidamos os turistas para participar conosco de uma dança circular africana a noite na praia e eles aceitaram olha só:



Estudar faz bem ao coração

Mais anos de estudo podem significar menor risco de insuficiência cardíaca


As pessoas com menos anos de estudo parecem ter maior risco de sofrerem de insuficiência cardíaca – condição em que o coração falha em bombear o sangue para as outras partes do corpo -, segundo recente estudo dinamarquês. De acordo com os autores, essa doença ocorre com maior frequência na população de menor escolaridade.

Acompanhando, por 30 anos, mais de 18 mil pessoas, os pesquisadores notaram que os homens e mulheres com mais anos de estudo tinham aproximadamente metade do risco de serem internados por causa de insuficiência cardíaca, comparados com os de menor escolaridade. Publicados no European Heart Journal, os resultados indicaram, ainda, que a associação entre o nível socioeconômico e o risco da doença não poderia ser explicado por diferenças no estilo de vida.

Os pesquisadores destacam, no entanto, que mais estudos são necessários para avaliar as possíveis explicações em estágios pré-clínicos. “Um ponto a ser mencionado é o papel do estresse psicossocial no desenvolvimento de insuficiência cardíaca – isso tem recebido pouca atenção científica até agora”, escreveu a pesquisadora Eva Prescott, do Hospital Universitário Bispebjerg, na Dinamarca, que liderou o estudo.

Fonte: Blog Boa Saúde

 

Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade

O 11 Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, acontecerá de 23 a 26 de junho de 2011 em Brasília.

“Nosso próximo congresso nacional contará com a presença de vários convidados nacionais e internacionais sendo que a maior parte da programação será sugerida pelos sócios e congressistas. Participe dessa construção! Haverá ainda amplo espaço para a apresentação de trabalhos científicos bem como concursos de contos, fotografias e vídeos.”

http://www.eventoall.com.br/familia2011/

A data para submissão de trabalhos científicos foi prorrogada até 15/02, saiba mais no site do evento. Aproveite esta oportunidade!

Descarte certo

Com atitude e consciência, podemos combater o excesso de lixo tóxico que vem provocando danos à saúde do planeta.

Texto • Patricia Berna

Sabe aquela geladeira antiga que você não usa mais? Ou mesmo os aparelhos eletrônicos deixados de lado? Ah, sem contar as pilhas e baterias aposentadas e os remédios vencidos? Se não bastasse a dúvida sobre o que fazer com essas coisas todas, ainda temos de tratá-las com cuidados especiais. “Por conterem substâncias tóxicas, quando descartados de forma incorreta no meio ambiente, esses e outros itens, como óleo de cozinha e lâmpadas, contaminam o solo e a água”, explica a doutora em engenharia química Carolina Afonso Pinto, formada pela Universidade de São Paulo (USP). “Para quem não recebe água tratada, a opção é captar de rios ou do lençol freático através de poços artesanais. É aí que mora o perigo”, alerta. Como a maioria desses objetos ainda é eliminada junto com o lixo comum nos chamados “lixões”, o impacto é certeiro. “Não há nenhum controle sobre eles, o que amplia a proliferação de gases tóxicos e líquidos poluentes, como o chorume. O resultado são as doenças, além de solo e ar poluídos”, declara Jorge Tenório, professor titular de engenharia de materiais da Universidade de São Paulo (USP). Como isso pode se agravar e nos trazer problemas futuros?

Basta olhar ao redor e ver a multidão de pessoas consumindo sem parar. E o pior: sem saber o que fazer com o que possuem. “Produzimos três vezes mais lixo eletrônico do que lixo comum, que já é insustentável ao planeta”, fala Heloisa Mello, diretora de operações do Instituto Akatu, em São Paulo. “Consumimos 30% além do que o mundo pode renovar, por isso entramos em uma espécie de cheque especial para sobreviver”, conta Heloisa. Exagero? Não quando observamos a quantidade de novidades lançadas a cada dia. “O consumo hoje é descartável. Os produtos têm pouca durabilidade e essa troca é intensa e rápida”, completa. O alerta nos convida a uma reflexão sobre o futuro de nossas ações daqui para frente. “Não podemos deixar para quando sentirmos na pele o problema. É melhor prevenir do que ter de tomar medidas mais duras depois”, reforça Dinah Monteiro Lessa, diretora do Instituto Recicle, em São Paulo.


Descarte consciente

Pare e pense em quantos objetos você compra, usa e joga fora diariamente. Saberia dizer quais eram realmente necessários? Você usou-os no mesmo instante ou só depois de semanas ou meses? Essas perguntas podem até parecer simples, mas ajudam muito na hora da decisão. “Devemos pensar no descarte assim que escolhemos o produto”, avisa Heloisa Mello. “O ideal é priorizar os que tenham durabilidade e uso imediato. Além disso, dê preferência às empresas que os fabricam com sustentabilidade”, reforça Dinah Monteiro Lessa. Por exemplo, observar se as embalagens são feitas de materiais recicláveis e se a empresa as recolhe quando perdem a utilidade já ajuda nessa missão. “As pequenas atitudes individuais resultarão em grande diferença. Se cada um fizer a sua parte, a consequência será gigantesca”, ressalta Heloisa Mello.

O esforço de todos colabora e, com a nova lei de resíduos sólidos, o caminho começa a ser traçado de forma mais rápida. Agora, os fabricantes de eletrônicos, eletrodomésticos, lâmpadas, óleos lubrificantes, pilhas e baterias deverão recolher seus produtos após o término de sua vida útil. Nas páginas a seguir, você verá como descartar de forma adequada todos os tipos de lixo tóxico, incluindo os remédios.

Fonte: http://www.bonsfluidos.abril.com.br

Meditação X Antidepressivos

Cientistas do Centro de Dependência e Saúde Mental (CAMH), no Canadá, constataram que a terapia cognitiva baseada na meditação da mente alerta oferece o mesmo nível de proteção contra a recaída da depressão que a medicação antidepressiva tradicional.

O estudo, publicado na edição atual do Archives of General Psychiatry, comparou a eficácia da farmacoterapia com a meditação da mente alerta, estudando pessoas que foram inicialmente tratadas com antidepressivos e, em seguida, ou pararam de tomar a medicação a fim de praticar a meditação, ou continuaram a tomar medicação por 18 meses.

“Os dados disponíveis sugerem que muitos pacientes deprimidos param com a medicação antidepressiva muito cedo, seja por causa dos efeitos colaterais, seja por não quererem ficar tomando o medicamento durante anos,” diz o Dr. Zindel Segal, coordenador do estudo.

Controle das emoções

A terapia cognitiva baseada na meditação é uma abordagem não-farmacológica que ensina habilidades no controle das emoções, de forma que os pacientes possam monitorar possíveis desencadeadores das recaídas, bem como adotar mudanças no estilo de vida que ajudem a manter um humor mais equilibrado.

Os participantes do estudo que foram diagnosticados com transtorno depressivo grave foram todos tratados com antidepressivos até a diminuição dos sintomas.

Eles foram então aleatoriamente designados para deixar a medicação e começar a aprender a técnica de meditação, deixar a medicação e receber um placebo, ou continuar com a medicação.

Essa proposta inovadora de pesquisa permite comparar a eficácia de prosseguir o tratamento farmacológico com um tratamento psicológico, em relação à manutenção do mesmo tratamento – antidepressivos – ao longo do tempo.

Os participantes escalados para a terapia com meditação participaram de 8 sessões semanais em grupo e se comprometiam a praticar diariamente em casa – uma espécie de dever de casa.

Foram realizadas avaliações clínicas a intervalos regulares em todos os participantes durante um período de 18 meses.

Recaída da depressão

As taxas de recaída para os pacientes no grupo da meditação foram as mesmas registradas entre os pacientes que continuaram recebendo antidepressivos – ambos na faixa de 30%.

Mas os pacientes que receberam placebo recaíram em uma taxa significativamente mais elevada – 70%.

“As implicações reais destes resultados é que eles confrontam diretamente a linha de frente dos tratamentos atuais da depressão. Para esse grupo considerável de pacientes que estão relutantes ou incapazes de tolerar o tratamento antidepressivo de manutenção, a meditação oferece o mesmo nível de proteção contra a recaída,” disse o Dr. Segal

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/

Um bom Natal


O “Feliz Natal” no mundo

fonte: www.arteducacao.pro.br

  • Brasil: Feliz Natal
  • Bélgica: Zalige Kertfeest
  • Bulgária: Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda
  • Portugal: Boas Festas
  • Dinamarca: Glaedelig Jul
  • EUA: Merry Christmas
  • Inglaterra: Happy Christmas
  • Finlândia: Hauskaa Joulua
  • França: Joyeux Noel
  • Alemanha: Fröhliche Weihnachten
  • Grécia: Eftihismena Christougenna
  • Irlanda: Nodlig mhaith chugnat
  • Romênia: Sarbatori vesele
  • México: Feliz Navidad
  • Holanda: Hartelijke Kerstroeten
  • Polônia: Boze Narodzenie

Novos Rumos para o Curso de Naturologia Aplicada

Ao fim de um semestre de grandes transformações positivas para o curso de Naturologia Aplicada, surgem as perguntas: por onde trilhamos e para onde vamos?

Nunca pensamos que coordenar o Curso de Naturologia Aplicada seria fácil. Ainda assim, ao olharmos para as realizações deste semestre que compreendeu o período de julho a dezembro de 2010, é possível perceber os novos rumos delineados para o Curso de Naturologia Aplicada da UNISUL, destacando-se:

(1) Ampliação da comunicação da Coordenação do Curso com os acadêmicos e graduados através das mídias eletrônicas, com destaque ao Boletim Informativo mensal (que está disponível em nossa página: http://www.naturologiaaplicada.unisul.br) e ao blog, bem como Facebook, Orkut e Twitter.

(2) Publicação de dois livros pelo Curso, o de Receita com Plantas Medicinais e o livro Medicalização da Vida.

(3) Certificação Internacional pelo Bach Centre da Inglaterra, configurando o primeiro curso do mundo a recebe-lo.

(4) Gratuidade dos atendimentos realizados no Centro de Práticas Naturais pelos acadêmicos do Curso de Naturologia; atualmente realizamos parte da ação social do curso através da doação de alimentos pelos interagentes, os  quais foram entregues a um Asilo da cidade de Palhoça/SC.

De maneira geral esta gestão foi marcada pela abertura e pelo dinamismo, num diálogo aberto e amplo entre a coordenação e todas as instâncias universitárias, acadêmicos, professores, coordenações e direções institucionais. Muitos eventos foram realizados, com participação ativa de acadêmicos e professores. Observa-se um amadurecimento das práticas de pesquisa e grande incentivo quanto à produção de alunos e professores, alinhando o curso de naturologia com as novas orientações institucionais.

Novas perspectivas para 2011 apontam ainda para a reformulação do Estágio em Naturologia com a ampliação do modelo de atendimento não somente para clínica individual, mas também para atendimento em grupo e confirmação de atuação no Hospital de Caridade de Florianópolis.

Estas são apenas algumas das muitas conquistas alcançadas e do que será implantado que fazem tornar realidade o sonho dos acadêmicos e dos Naturólogos formados. Os novos rumos da Naturologia apontam para o trabalho e esforço conjunto, acadêmicos, professores e coordenação, na busca da excelência deste Curso que forma os profissionais do futuro!

Agradecemos a todos que nos apoiaram neste semestre de desafios e realização, em especial os acadêmicos do Curso de Naturologia. E, em nome da Família da Naturologia da Unisul, desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de cheiros, cores, sabores e prosperidade!

Fernando Hellmann e Luana Wedekin


A arte de desenhar na infância

Por meio do grafismo infantil, a criança pode manifestar algumas de suas emoções e revelar como ela interpreta seu entorno e as personagens que o compõe, sobretudo, das pessoas com quem convive diretamente

Por: Kiara Elaine Santos da Silva, Ida Janete Rodrigues e Thiago de Almeida

imagens: reprodução / shutterstock

Se, antigamente, o desenho não tinha qualquer relevância, ou seja, era visto como uma linguagem num sentido mais restrito, atualmente, por meio de pesquisas na área, percebe-se que buscar entender o grafismo infantil é uma forma de entender a própria criança e o seu emocional. Ao analisar o grafismo infantil, o profissional da área passa a compreender melhor a criança, sua vida, seu grupo social e, principalmente, seu emocional. Portanto, ao refletir sobre a importância do desenho, o seu desenvolvimento e a sua interpretação, cabe pensar que a criança é um ser completo e ao tomar posse do papel, ela nos mostra sua realidade e o produto dessa realidade que está repleto de sentimentos.

O termo ‘desenho’ é a “representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas, com objetivo lúdico, artístico, científico, ou técnico. A arte e a técnica de representar, com lápis, pincel, etc., um tema real ou imaginário, expressando a forma”. Assim, o desenho, primeira manifestação da escrita humana, continua sendo a primeira forma de expressão usada pela criança.

Por séculos, a criança era vista como uma miniatura do adulto e sua expressão gráfica nunca havia sido valorizada, pois era considerada imperfeita, e inferior a dos adultos. Mas Rousseau (1712-1778) veio dissipar essa ideia, pois considerava a infância uma etapa distinta e importante do desenvolvimento em direção à idade adulta. Segundo Rousseau: “A criança é uma criança, não um adulto”. Desta maneira, surge uma nova visão do desenvolvimento da criança, que passa a poder demonstrar seu prazer e interesse em desenhar e expressar o que sente até mesmo que inconscientemente. Seus feitos ganham vivacidade por representar também o que ela conhece em relação ao mundo.

Por meio do desenho livre a criança desenvolve noções de espaço, tempo, quantidade, sequência, apropriando-se do próprio conhecimento, que é construído respeitando seu ritmo. Tendo essa concepção de respeito ao ritmo individual de cada criança que as escolas e creches estão sendo alicerces para estimulá-las no desenhar, pois os profissionais acreditam que essa atividade artística é parte importante tanto para o desenvolvimento infantil, como para o conhecimento dos alunos.

A criança toma posse do conhecimento mediante a sua representação. Seja, no início, por meio de rabiscos até um esquema corporal mais elaborado, cada desenho da criança reflete um estágio de desenvolvimento. E se o desenho revela um estágio do desenvolvimento da criança, o mesmo pode ser dito em relação ao progresso do desenho propriamente dito, pois mediante o crescimento dela, o seu desenho também evolui a olhos vistos. Se, a princípio, a criança apenas experimenta muito mais do que expressa (por volta dos 18 aos 24 meses), o mesmo não acontece à medida em que cresce; pois o desenho ganha um outro aspecto, ou seja, o de não só representar o que para ela significa o real, ao mesmo tempo em que se transforma em um jogo.

O desenho representa, em parte, a mente consciente da criança, mas também é uma forma interessante de fazer uma conexão com o inconsciente. Portanto essa manifestação da criança está repleta de simbolismo e mensagens.

Ao pensar na questão do modelo, percebe-se que a criança ao desenhar, na realidade, está expondo o seu “mundo real” para os demais, como ela o vê e sente. O desenho manifesta o desejo da representação, mas também, antes de tudo, é medo, é opressão, é alegria, é curiosidade, é afirmação, é negação. Ao desenhar, a criança passa por um intenso processo vivencial e existencial.

Segundo Ostrower, 1978: “O processo vivencial está diretamente ligado ao processo criativo”. A criança sem a apresentação de desenhos estereotipados acaba por apresentar uma visão da realidade mais natural, sem o contágio do social, porém isso acarreta desenhos mais pobres graficamente falando.

Ao perder a inocência no desenho, a criança, na realidade, acaba por adquirir conhecimento. Em contrapartida, ela passa a representar a realidade mais próxima possível da perspectiva adulta. Portanto, o desenho, enquanto linguagem reflete uma postura global. Desenhar não é copiar formas, figuras, não é simplesmente proporção, escala. Desenhar objetos, pessoas, situações, animais, emoções, ideias são tentativas de aproximação com o mundo. Desenhar é conhecer, é apropriar-se.

“Ao perder a inocência no desenho, a criança, na realidade, acaba por adquirir conhecimento

Já dizia Luquet (1969) que: “A fase áurea do desenho infantil é o realismo intelectual, ou seja, quando a criança desenha o que ela sabe e conhece do objeto e não o que ela vê”. Portanto, o que se pode observar dessa primeira impressão do desenho infantil é que ele muito se assemelha à arte moderna porque nele também está incutido o impulso, a liberdade em mostrar a “realidade íntima do indivíduo, sem se ater a estereótipos”. Então, como querer que a criança use símbolos gráficos estipulados pelo adulto, que são as letras, se ela não elaborar sua ideia usando símbolos que ela conhece? Ou seja, utilizando-se do desenho – grafismo infantil.

Saiba mais em:

http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/59/artigo191325-2.asp


Desapropriar, desmaterializar, desmonetizar: três tendências modificando o comportamento jovem

Os seres humanos finalmente começaram a entender que a posse de objetos não leva a uma melhor qualidade de vida. Muito pelo contrário: quanto mais se deseja as coisas, mais é preciso trabalhar para consegui-las e mantê-las, o que acarreta perda de qualidade de vida e de um tempo valioso para atividades criativas ou familiares.

Diante desta questão, a Resurgence (vía TreeHugger) relata três tendências que estão se desenvolvendo com mais força no Japão, apesar de também se aplicarem aos segmentos jovens de todo o mundo.

São elas a desapropriação, a desmaterialização e a desmonetização. Os argumentos apontam para uma mudança de mentalidade, apesar da associação óbvia com a crise econômica (que faz com que as pessoas gastem menos dinheiro).

A primeira, desapropiação, está ligada à redução da quantidade de coisas que desejamos. Os bens materiais de todo tipo costumam ser símbolos de status, mas as novas gerações já começam a pensar de outra forma, considerando-os como obstáculos e preocupações adicionais. Os serviços de aluguel, o empréstimo de carros e as caronas compartilhadas sustentam esta idéia, tornando menos atraente a posse de “coisas novas”.

Em segundo lugar está a chamada desmaterialização, que busca desassociar a felicidade da posse de bens materiais. O conceito aparece em diversos estudos que afirmam que a felicidade está mais ligada à riqueza das relações humanas, à superação pessoal e à conexão com a natureza do que ao consumo, algo que um número crescente de pessoas começa a comprovar em seu dia a dia.

 

Este conceito surge com clareza no crescimento e aceitação de comunidades ricas em relacionamentos humanos, assim como na retomada de eventos e atividades que estimulem o relacionamento com os vizinhos.

Finalmente, a tendência da desmonetização vai na contramão do costume de planejar a vida em torno da quantidade de dinheiro que se ganha. Agora, os jovens passar a dedicar mais tempo a atividades que gerem satisfação pessoal em vez de apenas dinheiro.

Estas tendências não são novas e se expressam em projetos e no comportamento das pessoas ao redor do mundo. No entanto, é interessante nomear estes movimentos de mudança cultural para visualizá-los com maior clareza.

Como menciona o jornalista Junko Edahiro em seu artigo, o crescimento destas tendências ataca diretamente as empresas que continuam focadas em vender mais e mais produtos como principal modelo econômico.

Fonte: http://blogs.discoverybrasil.com

Convívio com animais favorece sistema imunológico e reduz estresse

A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias.


A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades. Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.

De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos. Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.

Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos e outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos também apontam benefícios. Profissionais que viviam em condições de estresse e faziam controle do problema com medicação foram divididos em dois grupos: os que tinham cachorro ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, foi constatado que as taxas de pressão sanguínea diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais.

Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br/

Naturologia é citada na revista Viva Saúde

A matéria intitulada – A Saúde do Corpo pela Iridologia – aborda a inclusão da disciplina na grade curricular do curso

A disciplina de Iridologia do curso de Naturologia Aplicada foi citada na revista Viva Saúde de número 92, edição de dezembro. A matéria é focada nos benefícios da prática da Iridologia. Confira abaixo a matéria: A saúde do corpo pela Iridologia, por Cristina Almeida.

Revista Vida Saúde, dez, 2010.
Há cerca de dois séculos, Ignatz von Peczely era apenas um menino húngaro de 12 anos que apreciava brincar em seu jardim. Um dia capturou uma coruja, mas, acidentalmente, quebrou-lhe uma das patas. Preocupado com o ocorrido, notou o surgimento de um sinal na parte colorida do olho da ave, exatamente no instante do ferimento. A marca permaneceu ali, mesmo após a consolidação da fratura. O tempo passou e Peczely, já adulto e médico, observou que alterações no organismo de seus pacientes podiam ser identificadas por meio da íris e, assim, idealizou um mapa representativo dos órgãos do corpo humano.

Embora a técnica já fosse conhecida pelas civilizações egípcia e grega, e até pela Medicina Tradicional Chinesa, foi desta forma que surgiu a iridologia, método observacional que estuda a íris para conhecer o indivíduo integralmente. E isso só foi possível porque o olho é uma terminação do nervo óptico e, também, um prolongamento exterior do sistema nervoso autônomo. Considerando que a íris é formada por fibras nervosas, ela seria capaz de receber informações de todo o sistema nervoso, mostrando características psicofísicas, predisposições, desequilíbrios ou pontos fortes, a capacidade de recuperação de cada um, além do impacto do estilo de vida na saúde.

Para Celso Battello, presidente da Associação Mundial de Irisdiagnose (AMI) e autor do livro Iridologia e Irisdiagnose – O que os olhos podem revelar (Ed. Ground), “o olho, e principalmente a íris, é o mais inteligível e preciso microssistema que existe no corpo humano e veterinário”. Essa é a razão por que esse órgão apresenta marcas congênitas e adquiridas. “Apesar disso, é importante saber que a iridologia não serve ao diagnóstico clínico, mas funciona como uma ferramenta pré-diagnóstica”, completa Battello.

O iridólogo italiano Luca Avoledo concorda e acrescenta: “A iridologia não deve ser considerada uma alternativa a outros instrumentos utilizados na medicina convencional, como os exames radiológicos e análises sanguíneas. Ela é uma disciplina do tipo analítica que se integra a outros tratamentos, incluída a psicoterapia”.

Os especialistas afirmam que a prática da iridologia pode ser multidisciplinar. Embora ela já componha o programa curricular da faculdade de Naturologia Aplicada da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), a formação desses profissionais se dá geralmente por meio de cursos livres. O importante é que o paciente se certifique de que o iridólogo tenha se habilitado em cursos de boa procedência.

Numa consulta, o paciente será examinado com o auxílio de um instrumento chamado iridoscópio, mas o profissional pode também valer-se de uma lupa. Avoledo explica que para um especialista, esse instrumento representa o mesmo que um estetoscópio para um médico convencional. Mas adverte: “Os resultados da leitura da íris devem ser interpretados com bom-senso. A melhor coisa a fazer é confrontá-los e integrá-los a tudo quanto tenha sido apurado na consulta clássica. Afinal, a conversa com o paciente é o verdadeiro momento de uma visita médica”, conclui o italiano.

Como é feito o exame?
O exame não é invasivo nem doloroso e pode ser feito com um iridoscópio, instrumento dotado de lentes que permitem a observação da íris em seus mais microscópicos detalhes, ou com uma simples lupa. Existem, ainda, modernos recursos de captura de imagens, com várias graduações de aumento. Ao serem reproduzidas na tela de um computador, ou mesmo num vídeo, facilitam, em muito, a interpretação dos resultados.

O que o iridólogo observa? Cores, pigmentações, estrias, fendas e anéis. Cada íris é única em sua configuração, mas os mesmos tipos de sinais se repetem em homens e mulheres. No caso dos órgãos sexuais (útero e próstata), por exemplo, ambos correspondem à mesma área topográfica do mapa iridológico.

O que cada característica significa?
De acordo com o tipo de sinal e do setor da íris em que ele se encontra, o iridólogo será capaz de identificar quais são os pontos fracos e fortes da saúde de cada um: energia vital, predisposição ao envelhecimento, acúmulo de toxinas, fraqueza dos órgãos e aparelhos, graus de mineralização, vulnerabilidade ao estresse, potencialidade de recuperação do organismo e ainda os níveis de saúde. Aspectos psicoafetivos também podem ser notados. Por isso, já existe uma parte da iridologia denominada iridologia psicossomática.

Como pode beneficiar o paciente?
Atua, predominantemente, de forma profilática ou preventiva.
Há riscos ou contraindicações? A técnica é praticamente inofensiva, dados os baixos níveis desses aspectos.
Pode ser feita em crianças e idosos? A iridologia não deve ser utilizada em crianças abaixo dos 6 anos de idade. Entre os idosos não há restrição.

Fonte: UNISUL Hoje.