Poejo

Mentha pulegium

 

Família: Rubiaceae

Nomenclatura popular: poejo, menta-selvagem, poejo-das-hortas, erva-de-são-lourenço, poejo-real

Parte utilizada/órgão vegetal: toda a planta

Indicações terapêuticas: hidropsia; afecções digestivas (estimula as funções gástricas, eupépticas, cólicas e gases intestinais); afecções da boca (feridas, candidíase, aftas); tosse (como expectorante e protetor das mucosas); estimulante em banhos

Contraindicações: na gestação

Precauções de uso: devido a presença do borneol, não se recomenda o uso de planta por grávidas, especialmente nos 3 primeiros meses.

Efeitos adversos:  não há relatos

Interações medicamentosas: não há relatos

Formas farmacêuticas: planta fresca, infuso

Vias de administração e posologia (dose e intervalo): 5g de planta fresca (1 colher sopa para cada xícara de água) em infuso para todas as indicações em uso interno. O infuso tomado 10 min antes das refeições juntamente com o suco de ½ limao estimula as funções gástricas. Outros usos: serve para afugentar pulgas e mosquitos (pode-se colocar na cama dos animais).

Tempo de utilização:

Superdosagem: a pulegona possui efeitos tóxicos em altas doses

Principais classes químicas: oe carvona, pulegona, mentol; taninos

Informações sobre segurança e eficácia: a pulegona possui efeitos tóxicos em altas doses. Sem toxicidade nas doses recomendadas, não havendo relatos de morte por envenenamento

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